Sindpd-SP pressiona Qintess por propostas até 29 de abril de 2026

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[email protected] 13 horas atrás - 5 minutos de leitura
Publicado por [email protected] em 29 de abril de 2026 às 19:14. Atualizado em 29 de abril de 2026 às 19:14.

O Sindpd-SP (Sindicato dos Trabalhadores em Tecnologia da Informação do Estado de São Paulo) intensificou, nesta semana, a pressão sobre o grupo Qintess após uma escalada de denúncias de irregularidades trabalhistas envolvendo empresas do conglomerado.

Na terça-feira, 28 de abril de 2026, um representante do grupo compareceu à sede do sindicato e se comprometeu a apresentar uma nova proposta até esta quarta-feira (29), segundo comunicado divulgado pelo próprio Sindpd.

O impasse ocorre depois de trabalhadores do grupo terem decretado estado de greve em assembleia e de o sindicato ter sinalizado a possibilidade de paralisação, com prazo legal de 72 horas a partir da publicação de edital.

O que este artigo aborda:

O que motivou o conflito entre Sindpd e o grupo Qintess

De acordo com o Sindpd-SP, a mobilização começou após o acúmulo de queixas sobre atrasos recorrentes e pendências que afetariam diretamente a renda e a estabilidade dos funcionários.

Entre as reclamações citadas pelo sindicato estão atrasos no pagamento de salários e problemas no cumprimento de obrigações trabalhistas e previdenciárias, como depósitos de FGTS e recolhimentos de INSS.

O Sindpd também afirma ter recebido denúncias de atraso em férias, vale-refeição e verbas rescisórias, além de relatos sobre descontos em folha ligados a empréstimos consignados sem o repasse às instituições financeiras.

O comunicado do sindicato descreve um quadro de “pendências” e diz que a situação foi considerada insustentável pela categoria, o que levou à discussão formal sobre greve em assembleias recentes.

  • Atraso de salários, segundo relatos de trabalhadores ao sindicato
  • Supostos atrasos de FGTS e INSS apontados nas denúncias
  • Queixas de problemas com férias, vale-refeição e rescisões
  • Relatos de descontos de consignado sem repasse ao banco credor

Negociação em 28/04: empresa promete proposta até 29/04

O encontro de 28/04, descrito pelo Sindpd como “nova rodada de negociação”, terminou com o compromisso de envio de proposta para análise jurídica do sindicato até 29/04.

Na prática, isso cria uma janela curta para tentativa de composição antes de uma paralisação mais ampla, já que a mobilização avançou nos últimos dias e o tema ganhou tração na base.

O Sindpd informou ainda que, após a divulgação do edital, passa a contar o prazo legal de 72 horas para o início efetivo do movimento paredista, apontando o dia 30/04 como data prevista para deflagração.

O conteúdo do comunicado público indica que a greve poderia ser por tempo indeterminado e inclui a lista de empresas do grupo citadas no documento, conforme arquivo divulgado pelo próprio sindicato.

  1. 23/04: assembleia e decretação de estado de greve, segundo o Sindpd
  2. 24/04: divulgação de comunicado e contagem de prazo legal de 72 horas
  3. 28/04: representante do grupo vai ao sindicato e assume compromisso
  4. 29/04: prazo para envio de nova proposta ao departamento jurídico
  5. 30/04: data indicada como início previsto da paralisação

Como o caso se conecta a regras sobre descontos e repasses em folha

Uma das acusações citadas pelo sindicato envolve descontos em folha vinculados a empréstimos consignados com alegado não repasse aos bancos, o que costuma expor o trabalhador a cobranças e restrições indevidas.

No plano regulatório, o Ministério do Trabalho e Emprego já orienta empregadores sobre obrigações quando há desconto de consignado e atraso no recolhimento, inclusive com responsabilidades por encargos e regularização.

Em comunicado oficial, o MTE descreve que empresas devem seguir regras de apuração e recolhimento e, em caso de atraso, precisam acionar canais das instituições consignatárias para regularizar, com juros e encargos.

Esse pano de fundo ajuda a explicar por que denúncias desse tipo, quando confirmadas, tendem a acelerar conflitos coletivos: o problema deixa de ser apenas salarial e passa a envolver risco de endividamento e crédito.

O que pode acontecer a partir de 29/04

O envio de proposta nesta quarta-feira (29) não encerra automaticamente a crise: a categoria ainda precisa avaliar o conteúdo e decidir se a oferta atende ao que foi cobrado nas assembleias.

Se não houver acordo, a deflagração de greve tende a afetar entregas e contratos com “tomadores de serviço”, alvo do comunicado público do sindicato nos dias anteriores.

Para trabalhadores, o ponto central será a comprovação de calendário de pagamento e a regularização de pendências, com mecanismos verificáveis e prazos claros, reduzindo o risco de novas quebras de compromisso.

Procurada em notas públicas do sindicato, a Qintess aparece como parte do grupo citado; até a última atualização disponível nos comunicados do Sindpd, a resposta formal detalhada do grupo não estava publicada no mesmo texto.

O Sindpd-SP mantém os comunicados e atualizações do caso em sua página, incluindo a nota sobre o compromisso de enviar nova proposta até 29/04.

O sindicato também publicou o aviso sobre a greve e a contagem do prazo legal em texto direcionado à população e a tomadores de serviços.

Já sobre obrigações de empregadores em caso de não recolhimento de descontos de consignado, o governo federal reúne orientações em comunicado do Ministério do Trabalho e Emprego.

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