A ServiceNow detalhou, nas últimas semanas, uma mudança com impacto direto em projetos corporativos de IA: o ecossistema do Now Assist passará a operar, por padrão, com modelos de terceiros em vez do Now LLM Service.
A transição vem acompanhada de exigências técnicas para evitar “trocas silenciosas” de modelo durante atualizações de apps e versões, algo que pode afetar qualidade, custo e governança em fluxos automatizados.
O ponto central é que, a partir do pacote de mudanças iniciado em 9 de julho de 2026, instâncias que mantiverem configurações OOTB (padrão) podem migrar para provedores externos quando aplicarem updates de Store Apps.
O que este artigo aborda:
- O que muda no Now Assist e por que isso importa
- Como a troca de modelo acontece durante updates
- O que observar nas próximas semanas: patching e governança
O que muda no Now Assist e por que isso importa
Na documentação de atualizações do serviço, a ServiceNow afirma que o “July release” introduz novos modelos de terceiros e determina que o Now LLM não deve mais ser o modelo padrão para skills ou agentes.
Isso força times a explicitarem, em registros de configuração, qual modelo será usado em cada skill, reduzindo ambiguidade operacional em ambientes com múltiplos agentes e rotas.
Em paralelo, notas da suíte Now Assist descrevem alertas de depreciação e a retirada do Now LLM LTS do console administrativo, sinalizando a descontinuidade da opção “long-term stable” na prática diária.
- Modelos de terceiros passam a ser padrão em skills/agentes OOTB em rollouts iniciados em 09/07/2026.
- Equipes precisam nomear explicitamente o modelo em prompts e configurações.
- O SKU Now LLM LTS deixa de estar disponível no Now Assist Admin.
Como a troca de modelo acontece durante updates
Um detalhe operacional elevou o alerta entre administradores: a ServiceNow descreve que a mudança de padrão pode ocorrer ao aplicar atualizações de aplicativos do Store, quando o cliente não alterou o provedor default.
Em artigo técnico na comunidade, a empresa reforça que provedores como Azure OpenAI, AWS Claude e Google Gemini tendem a assumir como padrão, refletindo o ritmo de evolução desses “frontier models”.
Na prática, isso coloca o tema “modelo em produção” no mesmo nível de criticidade de uma mudança de regra de negócio, pois altera respostas, resumos e automações em cadeias de atendimento.
- Mapear quais skills e agentes ainda usam configuração padrão.
- Definir um modelo explícito por caso de uso (por sensibilidade e custo).
- Validar comportamento pós-update com testes regressivos de prompts.
- Documentar a escolha em governança (risco, compliance e auditoria).
O que observar nas próximas semanas: patching e governança
O movimento ocorre enquanto a ServiceNow acelera o ciclo de correções e versões: o quadro de “available patches and hotfixes” foi atualizado em 23/07/2026, com o registro de disponibilidade do Australia Patch 4m.
Nas notas específicas do Australia Patch 4m, a ServiceNow também posiciona os “m releases” como uma forma de entregar, em conjunto, patches de família e atualizações de apps compatíveis para instâncias da AI Platform.
Para empresas no Brasil, o risco não está apenas na IA: está na coordenação entre patching, Store Apps e governança de modelos. Um update mal planejado pode mudar o modelo e o resultado do agente no mesmo pacote.
Na documentação, a própria ServiceNow lista a virada: o July release desloca o padrão para modelos de terceiros e aposenta o Now LLM LTS.
Já no ecossistema de IA aplicada, a empresa explica que o rollout de provedores externos começou em 09/07/2026, condicionando o comportamento a updates de aplicativos.
E, no calendário de correções, a ServiceNow registra que o Australia Patch 4m foi lançado em 23/07/2026, consolidando a estratégia de entregas mensais para instâncias da AI Platform.
Aviso Editorial
Este conteúdo foi estruturado com o auxílio de Inteligência Artificial e submetido a rigorosa curadoria, checagem de fatos e revisão final pelo editor-chefe Redação Canal ERP. O Canal ERP reafirma seu compromisso com a ética jornalística, garantindo que o julgamento editorial e a validação das informações são de inteira responsabilidade humana, do editor.
Sobre o Autor:
Editor: Redação Canal ERP
Transparência: Política Editorial | Política de Uso de IA | Política de Correções | Contato