SAP revela que empresas no Brasil podem triplicar ganhos com IA até 2028

Redação Canal ERP
Redação Canal ERP 24 horas atrás - 3 minutos de leitura
Publicado por Redação Canal ERP em 16 de setembro de 2026 às 06:15. Atualizado em 16 de setembro de 2026 às 06:15.

A SAP colocou a “IA agêntica” no centro do debate corporativo no Brasil nesta semana, ao divulgar novos dados sobre retorno financeiro e riscos operacionais ligados a agentes autônomos.

O recorte brasileiro do estudo “The Value of AI: Brazil 2026”, apresentado durante o SAP NOW AI Tour, indica que empresas projetam multiplicar o ganho com agentes nos próximos dois anos.

Na prática, o tema saiu do laboratório: o problema agora é governança, integração e controle, num cenário em que o uso de ferramentas de IA fora das regras internas aparece como um dos maiores pontos de alerta.

O que este artigo aborda:

O que o estudo diz: investimento sobe e ROI projetado acelera

Segundo o levantamento, as empresas brasileiras esperam quadruplicar o retorno financeiro atribuído a agentes de IA até 2028, com projeção de 15% de ROI em dois anos.

O estudo também aponta avanço no gasto anual médio com IA no país, reforçando a leitura de que o Brasil entrou numa fase de expansão de casos de uso, e não apenas de testes pontuais.

Em cobertura sobre a coletiva, a Forbes relata que o investimento médio anual em IA chegou a US$ 20,8 milhões, ante US$ 14,2 milhões no levantamento anterior, e que o retorno médio informado subiu para 19%.

  • Projeção de ROI para agentes: 15% em dois anos, segundo o estudo.
  • Investimento anual médio em IA: US$ 20,8 milhões (versus US$ 14,2 milhões antes).
  • Leitura central: o gargalo migra de “adotar IA” para “operar IA com segurança e escala”.

O calcanhar de aquiles: integração, confiabilidade e “shadow AI”

O mesmo estudo lista barreiras que tendem a crescer quando agentes passam a executar rotinas críticas, como compras, atendimento, finanças e backoffice.

Entre os principais entraves, aparecem esforço de integração acima do esperado, problemas de qualidade conforme a escala aumenta e dificuldade de depurar comportamentos de agentes.

Outro dado sensível: o estudo afirma que 82% das empresas brasileiras dizem que funcionários usam IA de terceiros sem aprovação formal ao menos ocasionalmente, elevando o risco de vazamento de dados e decisões automatizadas fora de política.

  1. Mapear processos onde agentes podem agir com autonomia limitada.
  2. Definir controles de acesso, trilhas de auditoria e “humano no loop”.
  3. Padronizar integração com sistemas centrais e métricas de qualidade.

Por que isso importa agora para empresas no Brasil

O debate ganhou escala no SAP NOW AI Tour: a SAP disse que o evento reuniu mais de 4 mil participantes e mais de 120 clientes com casos reais, indicando maturidade crescente do mercado local.

Com agentes, a promessa é reduzir custo e tempo em tarefas repetitivas, mas o risco é automatizar erro em escala — sobretudo quando integrações são frágeis e não há governança robusta.

O resultado é um novo “stress test” para TI e áreas de negócio: transformar IA em valor mensurável, sem abrir flanco de segurança, conformidade e confiabilidade operacional.

Aviso Editorial

Este conteúdo foi estruturado com o auxílio de Inteligência Artificial e submetido a rigorosa curadoria, checagem de fatos e revisão final pelo editor-chefe Redação Canal ERP. O Canal ERP reafirma seu compromisso com a ética jornalística, garantindo que o julgamento editorial e a validação das informações são de inteira responsabilidade humana, do editor.

Sobre o Autor:

Editor: Redação Canal ERP

Transparência: Política Editorial | Política de Uso de IA | Política de Correções | Contato

Redação Canal ERP
Redação Canal ERP

Receba conteúdos e promoções