Os agentes da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) elegeram, em 25 de setembro de 2026, Elisa Bastos para comandar a Diretoria de Tecnologia do Mercado, área estratégica para a operação do setor elétrico.
A escolha foi definida em Assembleia Geral Extraordinária (AGE) e confirma a indicação aprovada previamente pelo conselho de administração, em meio à implementação do novo modelo de governança da entidade.
A CCEE informou que a executiva terá mandato de quatro anos e passa a integrar a diretoria prevista no estatuto atualizado.
O que este artigo aborda:
- Quem é Elisa Bastos e por que a cadeira de tecnologia pesa
- O que a eleição muda na governança da CCEE
- Desafios imediatos: estabilidade, modernização e confiança
Quem é Elisa Bastos e por que a cadeira de tecnologia pesa
Elisa Bastos chega ao posto após passagens por órgãos centrais do setor, com experiência em regulação e operação do sistema elétrico brasileiro.
Segundo a Agência iNFRA, ela é ex-diretora do ONS e a diretoria foi estruturada no contexto do novo estatuto e governança da CCEE.
Na prática, a área de tecnologia sustenta plataformas e processos que impactam a rotina de comercializadores, geradores, distribuidoras e consumidores livres.
- Infraestrutura digital para registros e liquidações
- Integrações com agentes e sistemas do setor
- Segurança e rastreabilidade de dados operacionais
O que a eleição muda na governança da CCEE
A cadeira estava vaga desde março, quando passou a valer a reorganização interna que migrou funções e redesenhou a composição executiva.
De acordo com a MegaWhat, a escolha consolida a transição para a estrutura em que a diretoria executiva ganha protagonismo nas decisões.
Com a diretoria de tecnologia preenchida, a CCEE reduz ruídos de coordenação num período de mudanças no desenho do mercado.
- Indicação e checagem de requisitos
- Aval do conselho de administração
- Votação final em AGE pelos agentes
Desafios imediatos: estabilidade, modernização e confiança
O principal teste para a nova diretora será equilibrar modernização com continuidade operacional, evitando impactos em prazos e rotinas críticas dos agentes.
Também devem entrar no radar temas como governança de dados, cibersegurança e melhoria de serviços digitais, em um setor cada vez mais automatizado.
A expectativa do mercado é que a nova gestão dê previsibilidade ao cronograma tecnológico e aumente transparência sobre prioridades e entregas.
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